terça-feira, 8 de abril de 2014

Confira a entrevista de Dani Calabresa ao 'Dia-a-Dia Revista'

Dani passou a adolescência no bairro Jardim, em Santo André.
       Foto: Celso Luiz
Dizem que são necessários 20 anos de trabalho duro para se fazer sucesso de uma hora para outra... E foi precisamente esse o caso da humorista Dani Calabresa, que fez o primeiro curso de teatro aos 8 anos e agora, aos 32, chega aonde nenhuma outra mulher esteve antes: a bancada fixa do CQC – Custe o Que Custar, misto de jornalismo e humor que se tornou campeão de rentabilidade comercial na TV Bandeirantes.
Na noite da estreia da sétima temporada do programa, Marcelo Tas, comandante da nave CQC, que tem sempre ao seu lado o copiloto Marco Luque, anunciou: “Vem aí a novidade mais gostosa: é a palhacinha leque-leque, a Nair Belo do apocalipse... Senhoras e senhores, recebam a deliciosa Dani Calabresa”, anunciou o apresentador com a precisão que lhe é peculiar. Afinal, Dani combina o jeitinho doce de quem já ganhou a vida encantando crianças como monitora infantil com a espontaneidade e as respostas rápidas ditas em um divertido sotaque italianado – típicas de Nair Belo, comediante que deixou este mundo em 2007, aos 76 anos.
Outro fato que une as duas humoristas é a paixão pelas princesas da Disney. Nair Belo, por exemplo, confessou durante um intervalo entre desfiles da São Paulo Fashion Week que tinha eleito uma sandália alta de material 100% transparente como sua favorita – mesmo tendo no closet muitos pares de grifes famosas – porque lhe fazia pensar no sapatinho de cristal da Cinderela.
Dani certamente ficaria tão fascinada pela sandália quanto Nair, mas daí a usar... O item empacaria em uma das suas limitações. “Não sei andar de salto. Se eu pudesse, só andaria de sapatilha, All Star e rasteirinha”, confessa enquanto caminhamos para fotografar no jardim da Band. O salto alto que aparece nas fotos desta reportagem foi usado só para os cliques. “Sou incapaz de pilotar essas sandálias espetaculares. Admiro quem consegue. A Sabrina Sato, com saltão, samba aqui nas pedras. Eu não consigo”, diz Dani em suas sapatilhas pretas – aliás, bem parecidas com as da Gata Borralheira de Walt Disney antes do encontro com a Fada Madrinha.
Esse despojamento quase infantil é um dos traços mais marcantes da pessoa física Daniela Maria Giusti Adnet, que ganhou o apelido Calabresa da criançada do Club Med, onde trabalhava como monitora dos baixinhos. “Adoro criança. E, talvez porque eu estivesse morando longe de casa, eu me apegava à criançada. Quando a semana acabava e eles iam embora, eu me via chorando na despedida! (risos).” Isso aconteceu em 2004, logo que saiu da faculdade de Publicidade e Propaganda, na prestigiada Belas Artes, em São Paulo. Mas sua história no brilhante mundo do entretenimento começou muito antes disso.

ORIGEM
“Comecei a fazer teatro muito cedo. Participei de peças com minha irmã quando eu tinha 5 anos. Com 8, fiz um curso livre de teatro no Stocco, colégio onde eu estudava, em Santo André, com o professor Wilson Alves. Essa experiência foi muito importante para mim. Eu era muito tímida. Mas amava interpretar e fazia shows de imitação, cantava... Minha mãe (Marlene, dona de casa), meu pai (Cláudio, engenheiro) e minha irmã Fabiana (advogada) são muito engraçados. Minha mãe fazia show. Ia na reunião de condomínio e voltava imitando os vizinhos. Quando trocava o porteiro, ela já pegava os trejeitos e imitava para a gente... Mas é muito tímida. Isso eu peguei dela. E o teatro me libertou”, conta Dani no seu ritmo rápido e entusiasmado de falar, que fica ainda mais intenso quando o assunto é a ribalta.
“No teatro, você aprende a jogar junto, ganha uma noção de grupo. Na escola, tudo é muito individual. Muito cruel isso. Se você não se encaixa em nenhuma turma, fica sozinho. Na aula de teatro, não. De cara, o professor manda tirar o sapato e fazer roda. Obriga a dar mão, rolar no chão... Quando você vê, já abraçou todo mundo – estou até arrepiada! – e é uma troca de energia muito legal. Você se aceita e aceita os outros, porque na aula tem de tudo: gordo, magro, feio, bonito, fedido, e essa diversidade é legal, estimula muito a criatividade. Teatro vicia”, conclui.
Embora goste muito de trabalhar com TV, Dani considera o teatro algo mágico. “Você tem a resposta do público na hora. Escolhi fazer comédia porque fico feliz em ouvir o som da gargalhada da plateia. É o melhor som do mundo! Muito melhor que um aplauso! Me sinto feliz. Parece que estou fazendo o bem para alguém”, revela a andreense, que passou a infância e a adolescência entre a sala de aula e as coxias.
“Fiz muita peça na escola. Sempre gostei de fazer papel cômico. Não tinha o problema de vaidade, conseguia rir de mim mesma. Por isso, pedia para ser o mendigo, o velho, o pirata. Não queria ser a princesa, achava um desafio ser engraçada. Sempre vi graça nos personagens estranhos. Ser linda é ser estática. É um papel difícil. E o comediante vai roubar a cena.”
Depois do Stocco, a humorista cursou o Ensino Médio no Colégio Singular, e ainda é lembrada pelos professores. “A Dani era uma menina na dela. De forma geral, era uma boa aluna. Não era do tipo que tentava chamar atenção”, recorda-se a professora Marilda Padovanni. De fato, era depois que deixava a sala de aula que Dani revelava seu brilho.
“No Singular, fiz um curso de teatro com o Marcelo Gianini. Não era profissionalizante, mas era mais profissional. A gente participou de vários workshops, festivais, ganhei prêmio de melhor atriz e viajava com a peça. Isso foi dos 15 aos 18 anos. Eu sabia que ia fazer teatro pelo resto da minha vida. Mas não pensava em trabalhar só como atriz. Queria ser desenhista da Disney – o Walt Disney é meu maior ídolo – e gosto de desenhar desde criança”, conta.
O desejo de atuar na mesma empresa que Mickey, Minnie e Pateta direcionou a escolha na hora do vestibular, levando Dani a cursar Publicidade e Propaganda na Belas Artes, em São Paulo. “Na faculdade fiz parte de outros grupos de teatro. Quando me formei, pensei ‘Preciso ir para a Disney’. E era uma coisa possível. Quando fui para a Disneyworld no ano 2000 e encontrei um amigo meu trabalhando no caixa, pirei. Então, como tinha acabado a faculdade, fui tentar um intercâmbio pela STB. Fiz as entrevistas, falei que era meu sonho, enfim. Mas justo naquele ano que eu podia ir e passei não teve embarque de brasileiros para a Disney. O visto não saiu por causa de alguma picaretagem”, conta, revelando a decepção na voz para logo em seguida retomar toda animada.
“Só que aí é muito coisa do destino. Não fui para a Disney, mas fui para o Club Med com a minha irmã. Lá é como se fosse um navio parado: tem show, arco e flecha, tudo que é atividade... e aí fiz tanta amizade com os monitores, e participava tanto de tudo, que me chamaram para trabalhar lá.” Em 2004, Dani passou quatro meses no village de Rio das Pedras e, de maio a dezembro, em Itaparica, na Bahia. “Eu me vi morando em um quarto de hotel, longe da família. Sofri em deixar, mas não dava mais.”
Quando voltou para a casa dos pais, decidiu que ia satisfazer o seu desejo de fazer teatro musical e se inscreveu na escola OperÁria, que fica na Zona Leste de São Paulo e tem curso de formação de atores para musicais. ”Lá, encontrei outra pessoa que foi superimportante: Andressa Mazzei, que dava aula de interpretação musical. Fui para a aula dela sem saber cantar, só sabia atuar. Mesmo assim ela me indicou para substituí-la em um musical infantil chamado Contarolando. Isso mudou a minha vida”, pontua Daniela, que daí em diante passou a fazer teatro infantil intensamente. “Eram três sessões por dia, a R$ 60 cada, e eu ia embora para Santo André feliz.”
Em 2006, a jovem atriz foi chamada para atuar na comédia Banheiro Feminino, com direção de Eduardo Martini, voltada ao público crescido. “Ele é supertalentoso e sempre teve muita fé em mim”, diz Dani, que passou meses se dividindo entre vários trabalhos até que um dia, no fim da sessão do musical infantil Romeu e Julieta, no Teatro Procópio Ferreira, uma moça lhe esperou na saída para dizer que ela tinha de participar de um concurso que o pessoal do grupo Deboshow, que se apresentava em bares de São Paulo, estava promovendo porque eles queriam uma mulher para o lugar do Evandro Santo, que hoje faz o Christian Pior no Pânico. “Arrisquei e fui passando. Eram cinco etapas. Fui fazendo meus personagens e deu certo. Mas em bar o público é diferente: você tem que competir com o garçom, o povo pedindo a conta...”
Em seguida, aconteceu mais um encontro: com o ator Marcio Ribeiro (morto no ano passado), que apresentava o X-Tudo. “Conheci o Marcio quando eu tinha 9 anos. Ele era amigo dos meus pais e sempre me dizia que eu era muito engraçada e que não devia sair do teatro. Aí, eu o convidei para me assistir no Deboshow. Ele foi e me disse para fazer humor de cara limpa, sem personagem, tipo stand-up”, conta Dani. A recomendação foi arquivada. Tanto quanto o salto alto, Dani achava que fazer humor nesse formato não era para ela. Em 2005, retribuiu a gentileza e foi assistir ao grupo de Marcio, o Comédia ao Vivo, que também contava com Danilo Gentili, Fabio Rabin e Luiz França no elenco. “Ele me convidou para fazer stand-up com eles e eu disse que não. Essa coisa de cara limpa é mais difícil. Mas o Marcio disse que eu não tinha escapatória e me mostrou que já tinha colocado meu nome no flyer!”
O resultado do fato consumado é que Dani Calabresa entrou para a trupe. “Fui fazer stand-up e foi incrível. Percebi que tinha nascido para fazer isso.” Para descrever como é se apresentar sozinha e de cara limpa, Dani recorre a uma imagem. “Meu amigo comediante Paulo Carvalho descreve a sensação: você entra no palco e é como se estivesse se atirando de um penhasco. Vai caindo até alguém dar risada. Quando alguém ri, parece que você pegou em uma pedra, e quando as risadas vão aumentando, você vai escalando. As risadas vão te salvando. É um salto de fé. Toda vez que eu entro no palco é isso o que eu sinto”, relata a andreense, que passou o ano de 2007 fazendo shows pelo Brasil e muitos eventos para empresas. “Finalmente comecei a ganhar algum dinheiro”, revela.

COISAS DE TV
Outros acontecimentos importantes ocorreram em 2007. “Fui para o SBT, para um programa meio fubanga, o Sem Controle. Tinha um monte de mulher pelada, mas eu achava a oportunidade da minha vida. Fazia com o maior amor do mundo, me divertia. Amava trabalhar no SBT. Era um clima muito legal. Tem um pé no cafona... Na verdade, tem os dois pés no cafona, e sambando, mas é muito feliz.”
Dani não esconde a nostalgia deste período. “Imagina: conhecia Hebe! Fui quatro vezes ao programa dela. Linda. Chiquérrima. E senhora de tudo: convidado no sofá, plateia, ponto, diretor, fazia merchan (merchandising), e sempre autêntica, espontânea, engraçada. Quando voltei, depois do câncer, ela estava muito mais frágil, de peruca, mas dizia que ganhou mais tempo para dar risada com a gente.” Neste ponto, Dani não segurou as lágrimas. Mesmo. “Alguém aí tem um lenço de papel? Estou me afogando aqui”.
O flerte com a Band, no entanto, começou ainda naquele tempo. “Fui ao Pânico para divulgar uma peça, eles gostaram de mim e me chamaram, mas eu era contratada do SBT. Aí, fui ao Ratinho divulgar a mesma peça, fiz personagem e tudo. Quando terminou o meu bloco, tirei a peruca e estava indo para casa com meu pai e minha mãe – que estavam me dando carona porque eu não dirijo. Na hora que estou dando a peruca para ela, o Ratinho aparece e me diz: ‘Não vá embora, quero você no meu programa’.” Tratava-se do semanal Jornal da Massa. Lá a missão de Dani era viver Pedrina, uma empregada que era chamada pelo apresentador e que tinha de contracenar com ele de improviso. “A gente tinha ataques de riso, era uma parceria que funcionava”, recorda-se.
Certo dia, Silvio Santos cancelou seis programas de uma vez só, incluindo o que ela trabalhava. “Era uma fila de gente de peruca chorando no RH... Mas tem coisa que é para ser. No dia seguinte, o Emilio Surita, do Pânico, me ligou dizendo: ‘Calabresa, tenho um cachê baixo aqui, mas vem. Era o Tropa de Celulite, uma tiração de sarro com o filme Tropa de Elite, que estava fazendo sucesso. Sou fã dos caras do Pânico. Só que sofri muito fazendo esse trabalho. Você não está no palco, no estúdio, não é ser atriz. Tem que usar de muita criatividade, tirar coisa do nada. É desesperador. Quando cheguei em casa, chorei.”
A despeito do perrengue de gravar, a matéria bombou e a brava andreense fez mais duas para o Pânico. “Depois, meu amigo Fábio Porchat arrumou um teste para eu fazer no Zorra Total. E lá fui eu para o Rio. Fui para o lugar do teste e entrou o Sherman, que parece o Kirk Douglas, e eu fazendo personagem. Eu estava com uma bata larga, e tanto gesticulei que uma hora a blusa foi parar na cabeça e apareceu o sutiã. Aí eu perguntei para ele: ‘Meu sutiã apareceu. Ganho ponto positivo?’ Ele chorou de rir. Tinha feito um monte de coisas, mas foi desta bobagem que ele riu de verdade. Ele disse: ‘Gostei muito de você. Vamos pensar em um personagem’ e foi embora. Voltei para São Paulo de ônibus”, conta.
“Quando cheguei em casa, minha mãe me perguntava, toda animada: ‘Pânico ou Zorra’? E eu sem saber o que responder. Era janeiro de 2008. Já tinha conhecido o Adnet, em novembro de 2007, a gente tinha ficado e se apaixonado. Mas a gente esperava para ver quando ele ia ter show em São Paulo ou eu no Rio, e chorava no telefone... Nesse momento surgiu a MTV. Não tenho palavras... Fiz cinco pilotos para o Quinta Categoria, feito pelo Cazé e o Marcos Mion, que eu amava assistir. Escolhi a MTV para ganhar R$ 300 e todo mundo me chamou de louca.”
Dani investiu no canal de videoclipes e tornou-se âncora do Furo MTV, programa de humor, com formato jornalístico, que até cobriu a Olimpíada de Londres, onde dividia a bancada com Bento Ribeiro. A vida seguia feliz quando, certo dia, chegou a informação de que a MTV seria descontinuada pelo Grupo Abril. “Meu chefe, o Zico Góes, deu a notícia de que ia acabar mesmo no fim de 2012 e falou uma frase linda de despedida: ‘Pais são arcos e os filhos são flechas. Você pode tentar mirar, mas tem de soltar. A gente chorava. Aí eu disse: ‘Acho que vou para a Band’. E o Adnet, que negava a Globo desde 2008, disse que tinha chegado a hora.” O enlace do casal ocorreu em 2010, com cerimônia tradicional. Mas, os dois já moravam juntos desde 2008 por causa de uma combinação de amor um pelo outro e horror, por parte de ambos, ao trânsito.
“Sempre morei em Santo André e fui muito feliz na cidade. Amo o município. E digo mais: se tivesse uma emissora perto de casa, provavelmente eu não teria saído. Meus pais ainda moram lá”, diz a antiga moradora do bairro Jardim, que lembra com nostalgia do Mappin e da Lojas Americanas do Centro, onde comia cachorro-quente e tomava sorvete. “Mudei para São Paulo por necessidade. Por causa do trânsito. Chegou uma hora em que não dava mais. Eu tinha que estar cedo na MTV, era dispensada às 17h30 e pegava a Anchieta ou a Avenida dos Estados no auge do trânsito, apavorada com os motoboys e fechadas. Até hoje só dirijo com alguém do meu lado. Era chegar, comer, quase chorar e voltar para São Paulo, porque às 23h30 eu tinha show de stand-up. Ficar direto era uma tortura. O que se faz das 17h30 às 23h30? A resposta é shopping, praça de alimentação. Eu vivia com sacolinha para tomar banho na casa dos amigos, como o Fabio Rabin. E o Adnet junto. A gente entrou na MTV na mesma época, em 2008. Ficávamos os dois vagando: dois zumbis com sacolas. A gente estava apaixonado, mas não era nada romântico. Um perrengue danado. Mas comediante acha tudo engraçado. A gente via graça nisso e contava nos shows.” Depois, o amigo Danilo Gentili – que também é andreense – comprou apartamento, mudou antes e ofereceu a casa. “Mas não dava. Mudei do ABC por causa disso. E saí de casa para morar com o Adnet e ter qualidade de vida em São Paulo. Você tem de tentar ficar perto do trabalho.” Atualmente, Dani reside em Higienópolis, trabalha no Morumbi e passa os fins de semana no Rio de Janeiro, onde seu marido mora.

‘É só lhe dar um microfone que ele arrasa”, diz sobre Adnet
DONA ONÇA
“Conheci o Adnet ensaiando. É um cara muito simples, autodidata, joga xadrez, aprendeu russo sozinho. É um nerd com tempo de comédia. Verdadeiro showman, supertalentoso”, descreve a moça, que não disfarça sua admiração nem se esconde quando o assunto é o (sub) aproveitamento dos talentos do marido na maior emissora do País. “Ele foi escalado para atuar em um texto (a série O Dentista Mascarado) de Fernanda Young e Alexandre Machado, com Thais Araújo e Leandro Hassum no elenco. Tudo no capricho. Foi lá e atuou. Fez o que o diretor pediu. Mas acho que o projeto tinha um tipo de humor diferente do habitual na TV aberta. As pessoas foram cruéis demais. Já a série no Fantástico, com texto e criação dele, foi superlegal. E quando ele foi no Faustão, foi genial. É só lhe dar um microfone que ele arrasa”, afirma orgulhosa do marido.
“O Adnet é um cara especial. Vai trabalhar no Projac com um Fox 2003 que eu comprei, mas não dirijo. Qualquer figurante de Malhação chega com um carro melhor. O dele já quebrou na estrada, teve de substituir bateria e alternador, mas ele diz que gosta do carro e não quer trocar. Esse é o meu marido.”
Na noite de estreia no CQC, como convém aos comediantes que nascem prontos, Dani foi direto ao ponto: “Estou tão feliz de estar na vaga rotativa. Acho que embaixo dessa cadeira tem aquele buraco do Datena. A pessoa senta e é tragada”, disse referindo-se ao fato de que os dois humoristas que ocuparam a cadeira antes dela saíram do programa. Enquanto a cada ano Marco Luque reforça sua posição de copiloto, do outro lado de Tas a cadeira gira rápido, mas dá sorte. Dela saíram comediantes que se tornaram anfitriões de talk shows, como Rafinha Bastos, agora no comando do Agora É Tarde, na Band, e Danilo Gentili, que neste ano foi para o SBT, além de Oscar Filho, o último a deixar o posto. “Não tenho medo de errar. Sei que se fizer bobagem acabo ganhando um programa”, declarou.
Além das novas atribuições no CQC, a loira está gravando de madrugada um longa-metragem com elenco repleto de comediantes e protagonizado por Danton Melo. Embora no momento considere complicado achar tempo até para ter um cachorro, ela enfatiza que o casal tem muita vontade de ter filhos. “Hoje em dia já dá para sustentar família sendo humorista. Se não tiver trabalho na TV, tem sempre a internet. Estamos loucos para ter filhos. Mas, provavelmente, nossos filhos vão ser tímidos e morrer de vergonha. Vão mentir na escola que o pai é médico e a mãe, engenheira, e pedir para serem deixados uma quadra antes de chegar à escola”, projeta Dani, rindo, antes de seguir andando com firmeza nas suas sapatilhas. Tem gente com sorte na vida e tem os que põem vida na sorte, que colocam energia pura no que fazem e, por isso, alcançam o sucesso. Dani Calabresa é um exemplo disso.

Fonte: Dia-a-Dia Revista
Leia Mais

sábado, 5 de abril de 2014

'Saímos com as nádegas rígidas', brinca Dani Calabresa

Divulgação/Band
Além de integrar a bancada, na última segunda-feira, dia 31, Dani Calabresa comandou um "Sem Saída" muito divertido com o autor do hit do Carnaval de 2014, o Márcio Victor do Psirico.

"Foi divertido e foi a matéria que eu mais queimei caloria porque cada vez que a gente usava a palavra "Lepo Lepo", a gente dançava", relembra a mulher de preto.

Segundo Dani, eles devem até ter cansado a equipe de edição do programa de tanto que repetiram a dança. No entanto, valeu a malhação. "Acho que foram umas sete vezes. Eu e o Jorge saímos suados e com as nádegas mais rígidas", conta.

Normalmente, os convidados do quadro acabam deixando escapar algum segredo, mas com o músico foi diferente. "Ele não revelou nenhum segredo bombástico, mas ele é muito querido, muito divertido", confessa.

Além disso, a integrante da bancada viu outras qualidades de Márcio Victor. "Ele dança bem, viu gente? Tem um molejo naquele quadril". A loira até tirou uma casquinha durante a entrevista.
Apesar disso, Calabresa acha que não aprendeu a coreografia. "Eu me iludi que aprendi a dançar lá, porque ele é o dono da música, mas acho que não sei dançar, só se eu estiver alcoolizada", brinca.

Assista aqui o "Sem Saída" com muito "Lepo Lepo":
Leia Mais

quarta-feira, 2 de abril de 2014

Gaby Amarantos divulga clipe com a participação de Dani Calabresa e Marcelo Adnet

Repleto de estrelas, o clipe conta com Marcelo Adnet, Dani Calabresa, Sérgio Mallandro, Daniela Mercury e Luciano Hulk.

Assista abaixo:
Leia Mais

Dani Calabresa é sucesso de crítica e público no CQC

A humorista Dani Calabresa agradou o público na bancada do CQC. Prova disso são os elogios ao seu desempenho nas redes sociais e até da crítica especializada. Após a estreia na nova função, ela se diz à vontade para "contracenar" com Marcelo Tas e Marco Luque. Dani afirma que não está fazendo um ensaio para depois comandar um programa solo, boato que corre desde que ela foi contratada pela Band no início de 2013.
"É lenda essa história que eu teria um programa só meu. Eu disse que tinha vontade de ter um programa quando entrei na emissora, como o Furo MTV que eu fazia com o Bento Ribeiro. Mas ele não veio para a Band e eu nunca corri atrás de um programa. Eu gosto de contracenar com uma trupe de comediantes, como estou fazendo agora", revela a apresentadora.




 

A chegada

A loira ficou com a vaga que era de Oscar Filho na bancada do CQC, após ser a melhor nos testes feitos com Mauricio Meirelles, André Vasco, Felipe Andreoli e Márcio Ballas.

"Iam substituir o Oscar Filho de qualquer maneira. Eu não queria ir para o lugar de ninguém, mas alguém iria substituí-lo. Isso era fato. Uma galera fez testes e a direção optou por mim porque quer mais um pouco de comédia no ao vivo. Eu não sou jornalista, sou atriz comediante", explica Dani, que já tinha a proposta de ir para a bancada desde que foi contratada pela emissora, mas teve primeiro de passar pela reportagem do programa. "O público tinha de me conhecer como uma integrante da atração", comenta.

Sua chegada na bancada deu um toque feminino ao programa, que sempre teve uma "pegada" mais masculina desde que estreou em 2008 só com homens no elenco.
Mesmo depois da contratação de Monica Iozzi e Dani Calabresa, o perfil do telespectador do CQC é do sexo masculino. "Mas eu quero que as bichas, as travas, as velhas e a mulherada assistam essa birosca agora", brinca Dani.

Mesmo sendo promovida à apresentadora, ela não ganhou aumento salarial. Como a humorista assinou contrato de dois anos com a emissora, continuará ganhando o mesmo valor que recebia no ano passado. "De repente, quando eu for renovar na virada do ano, meu salário aumente (risos)".
Leia Mais

domingo, 23 de março de 2014

''Sou um pai orgulhoso'', diz pai de Dani Calabresa

Após a tão aguardada estreia de Dani Calabresa na bancada do CQC, muitas pessoas elogiaram sua performance. Mas poucos ficaram tão orgulhosos quanto o senhor Cláudio, o pai da mulher de preto.

Para ele, a filha ainda vai aprontar muito ao lado de Marcelo Tas e Marco Luque. "Sem dúvida! Ela tem uma capacidade fantástica de inovar constantemente", afirma.

"Eu creio que ela acrescentou algo original, bastante criatividade cômica. Ela tem uma rapidez e uma inteligência muito bacana", comenta. Ele a mulher estão muito empolgados com a filha na bancada.

"Eu sou um pai orgulhoso", confessa. Além disso, confirma sua presença na plateia sempre que estiver com o tempo livre na segunda-feira à noite.
Veja tudo que Dani fez na bancada do CQC:
Leia Mais

terça-feira, 18 de março de 2014

Com Rafinha Bastos e Dani Calabresa na bancada, 'CQC' bate Record e incomoda SBT

Humorístico teve picos de cinco pontos de audiência

 

 Dani Calabresa, Marco Luque e Marcelo Tas 

Foto: Rodrigo Belentani/Band

O "CQC" estreou a temporada 2014 cheio de gás e incomodando as concorrentes na noite da última segunda-feira (17). O humorístico marcou quase o dobro da audiência da Record e incomodou a vice-liderança do SBT, chegando atrás apenas da Globo em alguns momentos. Segundo dados preliminares do Ibope, a atração registrou média de 4,5 pontos - com picos de 5,8 pontos - contra 5 pontos do SBT e 2,5 da Record.
 
A grande estrela da estreia foi Dani Calabresa. A loira assumiu a bancada do programa com um ano de atraso e mostrou que não está ali para fazer tipo. Ácida e divertida, Dani fez piada nada ligth sobre sexo e deu uma banana para o politicamente incorreto após assistir a um quadro estrelado por crianças. "Acha que criança é inteligente. Então, tira a rede de proteção da janela, encha a sala de faca chame seu filho e responda: sim, não ou que filho", debochou.

Apresentada por Marcelo Tas como "a Nair Bello do Apocalipse", Dani alfinetou o ex-CQC Rafael Cortez por estar na geladeira da Record e desdenhou da vaga que ganhou na bancada. A atriz brincou até com a polêmica saída de Rafinha Bastos do projeto. "Você não quer sentar aqui e fazer uma piada, não?", perguntou ao humorista quando ele entrou no palco.
 
Bastos fez uma pequena participação no programa para divulgar o "Agora é Tarde" com uma paródia do novo quadro do "CQC", o "Torcida Vip". Antes de ir embora, deu um beijo carinhoso em Tas. "Estranho, legal, divertido, bizarro e surpreendente aparecer na bancada do ‪#‎cqc‬ depois de quase 3 anos", comentou no Twitter.

Falando no "Torcida VIP", a Band ignorou as ameaças judiciais de Lobão e exibiu a participação do roqueiro na brincadeira liderada por Ronald Rios. A ideia esteve entre os assuntos mais comentados do Twitter na noite da última segunda-feira (17). Aliás, o programa fez bastante sucesso no microblog. Emplacou várias hastags e liderou o Trending Topics durante horas.
 
Rebaixado a repórter, Oscar Filho se saiu muito bem em um dos mais tensos "Proteste Já" da história do programa. Guga Noblat, Ronald Rios e Felipe Andreoli fizeram figuração de luxo no primeiro episódio do ano. Por sua vez, Mauricio Meirelles emplacou três matérias seguidas. 

Entre as novidades, os pontos altos foram os quadros "CQSabe", onde anônimos respondem perguntas sobre sexo e "Olho por Olho", onde se colocou a prova a honestidade de taxistas e ambulantes com turistas na cidade do Rio de Janeiro.

Já o quadro "50 por 50" é totalmente dispensável. A produção perdeu uma excelente oportunidade de fazer algo melhor com Fábio Porchat. Outra bola fora foi a montagem com a presidente Dilma Rousseff cantando "Beijinho no  Ombro". A turma do "Pânico" e Danilo Gentili foram muito mais criativos na hora de brincar com o hit de Valesca Popozuda. 

Ainda assim, a atração mostrou vontade em fazer um ano diferente do que passou onde perdeu prestígio e audiência. Com as mudanças, promete investir ainda mais pesado na denúncia e no deboche, dois dos pilares do humorístico. 

Prova disso foi a entrevista da novata Naty Graciano com Paulo Maluff no Congresso Nacional. "A Mônica Iozzi era melhor que você", alfinetou o político incomodado com as perguntas da loira. "Se Maluff me zicou é porque Deus está do meu lado", respondeu sem pestanejar. Poderia ter uma estreia melhor?
 
Fonte: Portal MSN Entretenimento 
Leia Mais

Internautas aprovam Dani Calabresa na bancada do 'CQC'

'CQC' estreia na Band nova temporada com Dani Calabresa na bancada
       Reprodução/Band
Dani Calabresa estreou na bancada do "CQC", nesta segunda-feira (17), na Band. Bem à vontade, a humorista, que foi "promovida" de repórter a apresentadora nesta temporada, fez piada, dançou e alfinetou os colegas. No Twitter, o nome de Calabresa ficou entre os Trending Topics, assuntos mais comentados. Os internautas aprovaram a humorista à frente da atração, ao lado de Marcelo Tas e Marco Luque. "Alguma dúvida que eu só vi o CQC hoje por causa da @calabresadani? Haha Deusa", escreveu uma fã.
"CQC ficou imperdível com a participação da @calabresadani", disse outro internauta. O programa também mostrou a estreia da nova repórter Naty Graciano, substituta de Mônica Iozzi, que foi para a Globo, e novos quadros. Felipe Andreoli, Maurício Meirelles e Ronald Rios permanecem como repórteres da atração.

Fonte: Portal Uol Televisão
Leia Mais

quinta-feira, 13 de março de 2014

Nova apresentadora do 'CQC', Dani Calabresa não ganha aumento de salário na Band


Dani Calabresa ganhou nova função no “CQC”, mas salário é o mesmo
 Apesar de ser a nova integrante da bancada do “CQC”, Dani Calabresa não ganhou aumento salarial na Band por causa da segunda função — pois já atua como repórter. A humorista continua com o mesmo contrato assinado no ano passado, de acordo com o site “NTV”.
O vínculo da emissora do Morumbi com a apresentadora é de dois anos e acaba daqui a alguns meses. O programa volta ao ar na próxima segunda-feira (17).

Dani Calabresa substituiu Oscar Filho na bancada da atração. Apesar de pertencer ao elenco, a humorista foi testada, exatamente como aconteceu com Felipe Andreoli, Márcio Ballas e André Vasco. Novos repórteres também devem entrar para o “CQC” nas próximas semanas.

Fonte: Portal RD1
Leia Mais

'A vida de repórter é cruel', diz Dani Calabresa

Daniella Maria Giusti Adnet veio do teatro, conheceu o humor e deve continuar nesta carreira. Embora tenha sido recém-promovida a apresentadora do 'CQC', a conhecida Dani Calabresa deseja ficar perto das piadas. "É o que eu sei fazer. Realmente não sou jornalista. Não é a minha praia". Desde o ano passado na Band, a humorista fez quadros e reportagens na rua e, em sua avaliação, o trabalho não é fácil. "A vida de repórter é cruel. É você, o câmera e a criatividade. Você grava horas para fazer uma matéria boa de seis minutos". Sobre a mudança, ela considera que agora o público está preparado para vê-la na bancada. "O programa vai ter balanço legal e costura feliz entre uma matéria e outra. Acho que vai ser divertido". A experiência na temporada do ano passado, mudanças desta edição, novos quadros e expectativas para a fase de apresentadora foram temas da entrevista que Dani concedeu ao Comunique-se nessa terça-feira, 11. A conversa aconteceu durante encontro com a imprensa, que anunciou a versão 2014 da atração.
 
Veja, abaixo, a íntegra do bate-papo
 
Dani ficará na apresentação da 7ª temporada do 'CQC' (Imagem: Nathália Carvalho)
Como você avalia seu trabalho no ano passado?
Foi um ano bom. Sai da MTV, onde fazia de tudo, para participar de um programa que tem missão difícil. Ele é sucesso desde 2008, o público é muito crítico quando existem mudanças. As pessoas não gostam de novos integrantes e levam algum tempo para se adaptar. Eu quis entrar devagar.
A sua ida para a bancada já estava programada?
Já era para eu ter ido direto para a bancada. Em 2013, o convite era para que eu fizesse a apresentação, mas achei que tinha que entrar como integrante para me apresentar para os fãs do 'CQC'. Tenho público grande da MTV e do stand-up, mas as pessoas tinham que acostumar comigo no programa da Band. A equipe não queria que eu fosse repórter, mas eu pedi para ser. Acho que assim o telespectador vai se acostumar e ver que estou fazendo o caminho natural do repórter que vai para a bancada.

"Acho que está todo mundo muito empolgado. Tem bastante novidade" (Imagem: Nathália Carvalho)
Como foi a experiência de repórter?
Adorei fazer matéria e produzi coisas divertidas. É difícil fazer reportagem porque improvisar com pessoas que, às vezes, não estão jogando junto, é difícil. As pessoas estão andando na rua e eu tenho a obrigação de fazer render aquela matéria. Tem que ter muito jogo de cintura e bom humor. Eu gostei e me diverti trabalhando para o 'CQC' em 2013.
O que você aprendeu?
Foi uma experiência bem diferente para mim. Sou atriz desde os cinco anos e (ser repórter) é bem diferente de criar um personagem, ensaiar, contracenar em palco ou em filmes. Aqui, o trabalho é isolado. A vida de repórter é cruel. É você, o câmera e a criatividade. Você grava horas para fazer uma matéria boa de seis minutos. Mas não pode desistir ou entregar os pontos. Na rua, o povo nunca pode falar e isso dá desespero, vontade de desligar a câmera e ir embora. Mas não pode! A reportagem tem que acontecer. Isso é um exercício de improviso muito bom, que é algo que trago do teatro, inclusive. A matéria tem que ficar pronta, você cria o que dá e aproveita ao máximo a pessoa que decidiu conceder entrevista.
Qual a expectativa para a apresentação?
Fiquei feliz quando teve teste para a bancada porque continuo fazendo o quadro que mais gosto, que é o 'Sem Saída'. Gosto muito do Tas e do Marco Luque, e temos uma química boa. É ao vivo e dá um pouco de medo de pisar na bola, de fazer uma piada mais pesada, mas comediante corre esse risco todos os dias. Estou empolgada. Acho que está todo mundo muito empolgado. Tem bastante novidade, mais do que no ano passado e isso dá um gás que é contagiante.
Como você vai encarar o desafio?
Estou ansiosa, mas não nervosa. Como tenho feito muita coisa na TV e sou comediante, não me cobro tanto quanto eu me cobrava em 2007. Não tenho de ser perfeita e hilária. Tenho que tentar ser espontânea. Isso que é o legal do comediante e traz leveza para o programa, que oscila bastante. Tem reportagens sérias, pesadas, injustiças, violência e depois uma de comédia. O programa vai ter balanço legal e costura feliz entre uma matéria e outra. Acho que vai ser divertido.
Você vai ficar mais perto do jornalismo ou do humor?
Espero que do humor. É o que eu sei e gosto de fazer. Realmente não sou jornalista, não tenho essa vontade de fazer, por exemplo, o 'Proteste Já'. Não é a minha praia. Admiro o quadro, o Oscar Filho é muito bom na função, mas não é o que eu sou.
 
Fonte: Portal Comunique-se
Leia Mais

Dani Calabresa fala do casamento com Marcelo Adnet: ‘Dá certo porque a gente se ama muito’

Em São Paulo, por conta do trabalho, ela conta que vive na ponte área para encontrar o marido, que grava no Rio 
BA Rio de Janeiro (RJ) 02/07/2010 2ª Mostra Brasileira de Stand-up Comedy. Foto Divulgação Carlos Dellarocca / Agência O Globo
 À frente da bancada do “CQC”, que estreia na segunda, 17, na Band, Dani Calabresa conta que o compromisso semanal não será um empecilho em seu casamento com Marcelo Adnet. Muito pelo contrário. A humorista diz que ela o marido já estão acostumados à rotina agitada.
- Moro em São Paulo, mas vou para o Rio toda semana já que Adnet está gravando lá (ele grava um programa para a Globo). A gente vive na ponte aérea e é normal. Sempre foi assim, não é um problema.
Dani lembra que quando os dois começaram a namorar, ainda na época da MTV, Adnet morava no Rio e, ela, em Santo André (SP) com os pais.
- Temos um apartamento em São Paulo, mas passamos as férias no Rio com a minha sogra. Ele costuma vir a São Paulo também, e me acompanha na gravação - explica. - Dá certo porque a gente se ama muito, é parceiro e sabe a rotina do outro. Sabe que não dá para estressar com a demora. A gente se apoia.

Fonte:  Jornal O Globo
Leia Mais